edição diária
Quarta-feira · 27 de maio de 2026
O que você precisa saber hoje — do Brasil e do mundo do hortifruti. Leitura: 5 minutos.
📰 Top do Dia — Brasil & Economia
A tributação no Brasil é de até 32%; no Paraguai, cai para 14% sob a Lei de Maquila. O custo do trabalhador é 40% menor, a jornada sobe para 48h (vs. 44h CLT) e não há FGTS. Resultado: 200+ empresas representam 69% das indústrias paraguaias sob regime de incentivos, e o PIB do Paraguai cresce 4% ao ano. Em 2025, outros 23 mil domicílios brasileiros se instalaram no país, segundo o The News (27/05/2026).
Leia mais →Em abril, as exportações brasileiras para os EUA recuaram -11,3%. No quadrimestre, a queda chega a -16,7%. A sobretaxa de 50% imposta por Trump penaliza manufaturados, máquinas e aço — e o déficit comercial do Brasil com os EUA atingiu US$ 1,3 bilhão no período. O agro segue como principal amortecedor, mas a tendência preocupa o setor.
Leia mais →Foram 42.590 homicídios em 2024, queda de -7,4% — o menor patamar desde 2013, segundo o IPEA e o FBSP. Mas as desigualdades persistem: 46,5% das vítimas têm entre 15 e 29 anos, e a taxa de homicídios de negros é 170,3% maior do que a de não-negros. Avanço concreto, com desafios estruturais que não desaparecem, segundo o The News (27/05/2026).
Leia mais →Cotações, tendências e bastidores do hortifruti direto no seu WhatsApp ou e-mail. Leitura de 5 min.
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🏬 CEASAs do Brasil
O preço da cenoura no atacado da Ceagesp (SP) chegou a R$ 5,31/kg. No acumulado de abril, a alta foi de +48,58%; nos últimos três meses, a cenoura subiu +120%. Em Belo Horizonte, o produto bateu R$ 7,20/kg. A combinação de chuvas irregulares no plantio e menor oferta de Brasília explica a pressão. Sem sinal de reversão imediata no atacado, segundo noticias.broto.com.br (mai/2026).
Leia mais →Enquanto a cenoura sobe, a alface crespa acumula excesso de oferta. Na Ceagesp, a caixa com 24 unidades é comercializada a R$ 22,50. No CEASA/MS (Campo Grande), a queda acumulada no período recente foi de -12,61%. O clima ameno e o bom ciclo de produção em regiões serranas aumentaram a chegada de produto sem demanda equivalente. Margens apertadas para o produtor, segundo noticias.broto.com.br (mai/2026).
Leia mais →O tomate continua pressionado nos CEASAs. Na Ceagesp, a alta persiste ao longo de maio, com oferta ainda aquém da demanda em algumas praças. O produto já acumulava pressão vinda de abril e a colheita do inverno ainda não chegou para equilibrar. Produtores do Cinturão Verde e de Mogi das Cruzes monitoram o momento para ampliar entregas, segundo noticias.broto.com.br (mai/2026).
Leia mais →🌍 No Mundo
A temporada de morango de Huelva (Espanha) está no auge — e os preços despencaram. Em Mercamadrid, o quilo foi cotado a €3,04, representando uma queda de -62% na temporada. A oferta abundante da região andaluza inunda os mercados atacadistas europeus, pressionando também Rungis (Paris) e outros hubs. Para exportadores brasileiros de morango, abre-se uma janela de preço competitivo para outros mercados, segundo wikifarmer.com (mai/2026).
Leia mais →O Brasil enviou ajuda humanitária à Bolívia, que enfrenta protestos generalizados e desabastecimento de alimentos e combustíveis. A crise impacta a cadeia logística regional e pode reabrir demanda por produtos hortifrutigranjeiros brasileiros via fronteira sul — especialmente frutas e hortaliças do RS e SC, segundo o The News (27/05/2026).
Leia mais →🇧🇷 Hortifruti & Governo
O maior evento esportivo do planeta começa em 15 dias (11 de junho, EUA/Canadá/México). Para o setor alimentar, a projeção é de +10% na demanda por proteínas e alimentos prontos, com ticket médio crescendo +69%. Hortifrutigranjeiros que abastecem food service, hotéis e restaurantes em cidades-sede devem sentir o efeito nas próximas semanas, segundo agrimidia.com.br (mai/2026).
Leia mais →A adoção de defensivos biológicos no setor hortifruti avançou +13% no último ciclo. Grandes players como Bayer, BASF e Ihara estão ampliando portfólio e investimentos no segmento — que ganha força tanto por pressão de varejistas (padrões ESG) quanto por custo-benefício em culturas intensivas. A tendência se alinha ao crescimento do canal orgânico e às exigências de rastreabilidade, segundo agfeed.com.br (mai/2026).
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